Há diferença na forma como a televisão é usada na casa do aluno e na escola e esta diferença está na QUALIDADE E NOS FORMATOS DOS PROGRAMAS. Ou seja, o aluno em casa não é aluno. Ele é (criança, jovem ou adulto), portanto como um mero espectador que não se preocupa em aprender apenas em distraír-se e passar o tempo. O interesse dele em aprender está direcionado a outras questões, bem diferentes das vistas em sala de aula, ele não é supervisionado e avaliado por um sistema - sistema de ensino.Na escola, usa-se a TV/VÍDEO dentro de uma perpectiva de aprendizagem pré determinada pelo planejamento dos conteúdos programáticos. O professor precisa saber envolver e escolher os programas nas suas aulas e permitir que o aluno se aproxime daquilo que ele vê lá fora . Portanto a intenção do uso da TV na escola é diferente daquela desenvolvida em casa.


1 Comments:
Penso que é justamente o fato do aluno em casa não ser aluno, ser mero espectador da televisão, que faz com que ele aprenda determinadas coisas por diversão, que na escola ele não aprende, pois lá é por pressão e não por prazer, justamente por ser um espaço supervisionado, ter avaliação. Talvez tenhamos que pensar nesta questão: como tornar a escola tão prazerosa quanto é a televisão em casa? Não estou dizendo com isso que a escola deva se transformar em programa de auditório e copiar a televisão, isto não, mas precisamos pensar em uma escola que tenha atrativos, que seja gostosa de estar, que os alunos se sintam bem. Espero que no teu trabalho como professor já estejas neste caminho.
Vamos em frente, temos mais reflexões por aí.
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